Turismo e vivência como ferramenta de formação, não como benefício corporativo.
A maior parte da formação em direitos humanos, diversidade e cultura organizacional acontece sentada: slide, dado, indicador. Funciona para medir. Não funciona sozinha para mudar comportamento. A ROHAYHU desenha vivências, passeios e viagens de treinamento com o método DHDS como base: lideranças e equipes saem do lugar de sempre, entram em contato direto com territórios e realidades que a gestão só via em planilha, e voltam com repertório para decidir diferente.
Desenho de roteiro com propósito pedagógico, curadoria de espaços ou território, facilitação estruturada da vivência e retorno formal em plano de ação.
Desenho do roteiro, curadoria de espaços ou território, facilitação da vivência e retorno em plano de ação.
Uma experiência formativa completa, do propósito definido ao retorno em gestão, não um passeio solto.
Quando o treinamento tradicional já não muda comportamento, e a liderança precisa de repertório vivido, não só apresentado.
Visita a museus, centros culturais, parques e outros espaços na própria cidade, escolhidos para servir ao objetivo de formação. Sem orçamento de viagem.
Deslocamento a um território ou comunidade real, para quem pode investir numa vivência mais longa.
A expertise de quem já liderou política pública de turismo inclusivo em São Paulo, a serviço de quem desenha a experiência turística: governos, operadores e destinos.
Formação de lideranças em direitos humanos e cultura organizacional através de vivência guiada, não apenas treinamento em sala.
Vivências que aproximam equipes e conselhos da realidade das comunidades atendidas, fechando o ciclo entre propósito e prática.
A expertise de quem já liderou política pública de turismo inclusivo em São Paulo, aplicada à sua gestão através de roteiros e imersões territoriais.
Entendemos o que a liderança quer que a equipe viva, não apenas aprenda.
Território ou espaço, pessoas e problematizações reais, com curadoria DHDS. De um passeio na própria cidade a uma imersão territorial mais longa.
A viagem, o passeio ou a imersão acontece com facilitação estruturada: cada momento tem intenção pedagógica.
A experiência vira plano de ação, indicador ou mudança de processo. Sem esse passo, é só uma viagem boa que ninguém lembra em três meses.
Vivências e passeios funcionam bem como formação complementar aos diagnósticos de DE&I e ao método DHDS: o que a equipe vive na prática costuma acelerar a adesão a mudanças que o diagnóstico já apontou.
Perguntas frequentes sobre turismo e vivências
1. O que é o serviço de turismo e vivências DHDS da ROHAYHU?
Um formato de formação que usa passeio, viagem ou imersão territorial como ferramenta pedagógica, estruturado pelo método DHDS (Direitos Humanos como Design de Serviços). Não é turismo corporativo tradicional: cada roteiro é desenhado com propósito pedagógico definido antes da vivência, e fecha com retorno formal em gestão.
2. Por que vivência funciona melhor que treinamento tradicional para alguns temas?
Direitos humanos, diversidade e cultura organizacional envolvem comportamento, não só informação. Sistemas construídos para os casos-limite funcionam melhor para todos: colocar uma liderança em contato real com quem vive na margem de um processo muda decisão de um jeito que nenhum slide muda sozinho.
3. Preciso de orçamento de viagem para contratar?
Não necessariamente. Muitas vivências acontecem em espaços da própria cidade, museu, centro cultural, parque, escolhidos para servir ao propósito de formação. Viagem é uma escala do serviço, não um requisito.
4. Para quem é esse serviço?
Empresas, governos e organizações do terceiro setor que precisam formar lideranças ou equipes em direitos humanos, diversidade, ESG ou cultura organizacional, e já esgotaram o formato tradicional de treinamento.
5. Como contratar?
O processo começa com uma conversa para entender o propósito de formação da liderança. A partir daí desenhamos o roteiro, conduzimos a vivência e entregamos o retorno em gestão junto com o restante do método DHDS.
Sua equipe já viveu o problema que você quer que ela resolva?
Uma conversa direta para entender o propósito de formação da sua liderança, e desenhar a vivência que leva esse repertório para dentro da gestão real.