Solução · Estratégia

ESG não é relatório. É gestão que se prova com indicador.

Agenda ESG social transformada em ação integral: relatório, processo e indicador que entra na decisão.

ESG que fica no relatório anual não muda a gestão ou o impacto da marca. O que muda é quando os compromissos de impacto são traduzidos em rotinas, indicadores e estruturas de governança que funcionam de maneira integrada entre pessoas dentro e fora da sua organização.

O que entregamos

A ROHAYHU estrutura a agenda ESG como sistema de gestão.

Mapeamento de materialidade, definição de indicadores alinhados a padrões reconhecidos (GRI, ODS, SASB), construção de relatório de impacto e desenho de governança para monitoramento contínuo.

O que está incluído

Estruturação da agenda ESG social, organização de indicadores, relatório de impacto e suporte à governança.

O que você recebe

Painel de indicadores, narrativa de impacto para quem precisa de prestação de contas e processo interno de monitoramento.

Quando contratar

Quando compromissos ESG existem mas não estão traduzidos em indicadores, relatórios ou decisões de gestão, e também para organizações que ainda não têm uma agenda ESG estruturada e querem começar a construir.

Para quem é

Agenda ESG, dimensionada ao seu contexto.

Empresas

Agenda ESG traduzida em indicadores e governança que entram na decisão e resistem à auditoria.

Terceiro setor

Governança qualificada e narrativa de impacto que potencializam, sustentam e protegem a relação com financiadores.

Governos

Diagnóstico indicativo de governança e narrativa de resultados, dimensionado ao porte de cada time. Não é reestruturação extensiva: é o primeiro retrato para transformar caminhos.

Como funciona

O processo em 4 etapas

Etapa 1

Mapeamento de materialidade

Identificação dos temas ESG que mais importam para o negócio e para quem se relaciona com ele, cruzando contexto do setor, expectativa de investidores e impacto real da organização.

O que você recebeMapa de materialidade com os temas prioritários e sua relevância para a estratégia.
Etapa 2

Definição de indicadores

Estruturação de indicadores alinhados a padrões reconhecidos internacionalmente (GRI, ODS, SASB), adaptados à realidade e ao porte da organização.

O que você recebePainel de indicadores prontos para acompanhamento contínuo.
Etapa 3

Relatório de impacto

Construção da narrativa de impacto que traduz os indicadores em prestação de contas para investidores, financiadores, parceiros e sociedade.

O que você recebeRelatório de impacto estruturado e defensável em auditoria.
Etapa 4

Governança para monitoramento contínuo

Desenho da estrutura de governança que mantém os indicadores vivos na rotina de decisão, não só no relatório anual.

O que você recebeProcesso interno de monitoramento e responsáveis definidos.
Como se conecta

A agenda ESG social é mais consistente quando tem base técnica.

Os dados do diagnóstico NR‑1 e as práticas de DE&I são exatamente o que alimenta os indicadores do pilar Social. Organizações que chegam direto ao ESG sem essa base costumam produzir relatórios que não resistem a perguntas de auditoria.

NR‑1 · Análise de Riscos Psicossociais Diversidade, Equidade e Inclusão Conheça o método DHDS

Perguntas frequentes sobre ESG

1. O que é ESG e o que significa a sigla?

ESG é a sigla em inglês para Environmental, Social and Governance (ambiental, social e governança): o conjunto de práticas que uma organização adota para gerir seu impacto ambiental, sua relação com pessoas e sua estrutura de decisão. O termo nasceu em 2004, no relatório "Who Cares Wins", do Pacto Global da ONU, quando vinte instituições financeiras de nove países propuseram integrar esses três critérios à análise de investimento. Não é um selo, é um sistema de gestão.

2. ESG é obrigatório no Brasil?

Não existe uma lei geral de ESG no Brasil, mas exigências específicas já impõem parte da agenda: a NR‑1 obriga o gerenciamento de riscos psicossociais (pilar social), e reguladores setoriais (CVM, Banco Central) já cobram relato de sustentabilidade de empresas listadas e instituições financeiras. Fora do Brasil, regulações da União Europeia, como a CSRD (diretiva de relato de sustentabilidade) e as novas regras de devida diligência em cadeia de suprimentos, reforçadas pelo acordo União Europeia-Mercosul assinado em janeiro de 2026, já criam pressão prática sobre empresas brasileiras que exportam para a Europa, têm fornecedores europeus ou buscam investidores internacionais. Na prática, o compromisso voluntário de hoje tende a virar exigência de mercado amanhã.

3. Qual a diferença entre relatório ESG e gestão ESG?

Relatório é o retrato de um momento. Gestão é o processo contínuo que gera esse retrato com consistência: indicadores acompanhados na rotina, responsáveis definidos e decisões que usam esse dado. Um relatório sem gestão por trás não resiste a uma pergunta de auditoria.

4. Como o pilar Social do ESG se conecta à NR‑1?

O diagnóstico de riscos psicossociais exigido pela NR‑1 já gera parte dos dados que sustentam o pilar Social do ESG: afastamento, clima, rotatividade e percepção de segurança psicológica. Organizações que tratam os dois como projetos separados costumam levantar os mesmos dados duas vezes, gastando mais tempo e orçamento do que precisariam.

5. Quais padrões a ROHAYHU usa para estruturar indicadores ESG?

Trabalhamos com padrões reconhecidos internacionalmente, como GRI (Global Reporting Initiative), ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU) e SASB (Sustainability Accounting Standards Board), adaptados à realidade e ao porte de cada organização.

Conversar

Sua agenda ESG social já virou impacto real, ou ainda é intenção?

Uma conversa direta para entender onde seus compromissos ainda são intenção, e o que fazer para virarem indicador, relatório e decisão que geram impacto real.

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